quarta-feira, 20 de outubro de 2010

domingo, 3 de outubro de 2010

A TEMPESTADE VAI PASSAR



Jesus estava muito cansado naquele dia pois estava junto às multidões transmitindo-lhes a Palavra Deus e os seus discípulos reconheceram este fato e o levaram consigo passando para a outra margem. Com certeza este foi um tempo onde o mestre pôde dormir um pouco para recuperar as suas forças depois de um dia exaustivo de trabalho

Tudo ia muito bem até que 
“se levantou uma grande tempestade de vento, e as ondas batiam contra barco...”, de modo que já se enchia. Apavorados, os discípulos despertaram o mestre de seu sono e a Bíblia nos relata que: “ele, levantando-se, repreendeu o vento, e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te. E cessou o vento, e fez-se grande bonança. Então lhes perguntou: Por que sois assim tímidos? Ainda não tendes fé? Encheram-se de grande temor, e diziam uns aos outros: Quem, porventura, é este, que até o vento e o mar lhe obedecem?” 

Neste texto podemos aprender várias coisas, pois a Palavra de Deus é muito rica em sua aplicação para as nossas vidas, contudo quero me ater somente às ordens direcionadas por Jesus ao vento e ao mar que mudaram uma situação de pânico, de medo, de pavor, em calmaria e tranqüilidade. ¨Jesus repreendeu o vento e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te.¨¨
Quantos relacionamentos conjugais estão vivendo exatamente uma situação similar ao que enfrentaram os discípulos naquele barco aquela tarde. Tudo caminha bem até que:
 “levanta-se uma grande tempestade e ondas batem neste barco tentando destruí-lo pelas forças das águas”. 

Quem sabe não é situação que você vive hoje. Por causa do furor dos ventos e desta tempestade que se instalou em sua vida, os sentimentos que você têm agora são de pânico, de medo, de pavor, pois tudo à sua volta está se desmoronando. Dentro de você existe um turbilhão de pensamentos de morte, de falta de perspectiva, de incertezas. A tempestade não pára e as ondas do mar são cada vez mais fortes e avassaladoras. As horas não passam, as idéias se misturam em sua mente, pois na verdade você vive um caos sem hora marcada para terminar.

Amado (a) tome posse em fé destas verdades que estão neste texto e que são direcionadas para a sua vida hoje.
1. Jesus está lhe dizendo neste exato momento que ele próprio está“repreendendo o vento e está dizendo ao mar: Cala-te, aquieta-te”.

Só Jesus tem a autoridade de fazer a tempestade cessar. A Bíblia nos diz: “E cessou o vento, e fez-se grande bonança”. A Paz, a bonança, a calmaria que o seu coração precisa vai chegar mais rápido do que você pode imaginar.
2. Note no texto que Jesus não pediu aos discípulos para cessar o vento e acalmar a tempestade.

Ele próprio Jesus é quem toma a iniciativa. E esta atitude Dele nos mostra que existem situações em nossa vida que só com a sua intervenção é que poderemos sentir a diferença na situação que se apresenta.
3. Jesus estava no barco. Com Cristo no barco de nossa vida tudo vai muito bem.

As palavras de Jesus aos discípulos depois daquele episodio devem nortear a nossa vida quando as dificuldades sejam elas quais forem se apresentarem diante de nós.
 “Por que sois assim tímidos? Ainda não tendes fé?”. Em outras palavras Jesus está nos dizendo: “Deixe de lado a incredulidade e busque a minha presença, pois eu nunca abandonei o barco que você se encontra. Acredite em mim”.

Isaias: 55: 3 nos diz: 
“Inclinai os ouvidos e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei uma aliança perpétua, que consiste nas fiéis misericórdias prometidas a Davi”.

Jesus nos diz em Mateus 11: 28-30: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve”. Deus abençoe a sua vida abundantemente e lembre-se: “O Senhor não se esqueceu de você e nem está indiferente com o que você está passando, Ele está no barco de sua vida para sempre”.Pr. Nélson R. Gouvêa
www.ministeriocomfamilias.com.br

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

ANIVERSÁRIO DA IGREJA



NO DIA 30/10,COMEMORAREMOS O 32º ANIVERSÁRIO  DA IGREJA MISSIONÁRIA UNIDA DO BAIRRO ALTO.
ESTARÃO CONOSCO O CORAL DA IGREJA BATISTA DO BACACHERI,E O PASTOR ANTONIO VARGAS,DE SÃO FRANCISCO DO SUL.SC.
VENHA SE ALEGRAR COM O POVO DE DEUS!!!!
HORÁRIO:20H

Casamento e amor-Gênesis 2:18



Venho me perguntando o que faz as pessoas optarem pelo casamento se contam com outras alternativas para a vida a dois. A justificativa mais comum para o casamento é o amor. Mas devemos considerar que amor é uma experiência cuja definição está em xeque não apenas pela quantidade enorme de casais que "já não se amam mais", como também pelo número de pessoas que se amam, mas não conseguem viver juntas.

Talvez por estas duas razões - o amor eterno enquanto dura e o amor incompetente para a convivência - nossa sociedade providenciou uma alternativa para suprir a necessidade afetiva das pessoas: relacionamentos temporários em detrimento do modelo indissolúvel. Mas, mesmo assim, o número de pessoas que optam pelo casamento em sua forma tradicional, do tipo "até que a morte vos separe" cresce a cada dia.

Acredito que existe uma peça do quebra cabeça que pode dar sentido ao quadro. Trata-se da urgente necessidade de desmistificar este conceito de amor que serve de base para a vida a dois. Afinal de contas, o que é o amor conjugal? Para muitas pessoas, o amor conjugal é confundido com a paixão. Paixão é aquela sensação arrebatadora que nos faz girar por algum tempo ao redor de uma pessoa como se ela fosse o centro do universo e a única razão pela qual vale a pena viver.
Esta paixão geralmente vem acompanhada de uma atração quase irresistível para o sexo, e não raras vezes se confunde com ela. Assim, palavras como amor, paixão e tesão acabam se fundindo e tornando-se quase sinônimas.

Este conceito de amor justifica afirmações do tipo "sem amor nenhum casamento sobrevive", "sem paixão, nenhum relacionamento vale a pena", "é o sexo apaixonado que dá o tempero para o casamento".

Minha impressão é que todas estas são premissas absolutamente irreais e falsas. Deus justificou a vida entre homem e mulher afirmando que não é bom estar só. Nesse sentido, casamento tem muito pouco a ver com paixão arrebatadora e sexo alucinante. Casamento tem a ver com parceria, amizade, companheirismo, e não com experiências de êxtase. Casamento tem a ver com um lugar para voltar ao final do dia, uma mesa posta para a comunhão, um ombro na tribulação, uma força no dia da adversidade, um encorajamento no caminho das dificuldades, um colo para descansar, um alguém com celebrar a vida, a alegria e as vitórias do dia-a-dia. Casamento tem a ver com a certeza da presença no dia do fracasso, e a mão estendida na noite de fraqueza e necessidade.
Casamento tem a ver com ânimo, esperança, estímulo, valorização, dedicação desinteressada, solidariedade, soma de forças para construir um futuro satisfatório. Casamento tem a ver com a certeza de que existe alguém com quem podemos contar apesar de tudo e todos ... a certeza de que, na pior das hipóteses e quaisquer que sejam as peças que a vida possa nos pregar, sempre teremos alguém ao lado.

Nesse sentido, não é certo dizer que sem amor nenhum casamento sobrevive, mas sim que sem casamento nenhum amor sobrevive. Não é certo dizer que sem paixão, nenhum relacionamento vale a pena, mas sim que sem relacionamento nenhuma paixão vale a pena. Não é o sexo apaixonado que dá o tempero para a vida a dois, mas a vida a dois que dá o tempero para o sexo apaixonado. Uma coisa é transar com um corpo, outra é transar com uma pessoa. Quão mais valiosa a pessoa, mais prazeroso e intenso o sexo. Quão menos valorizada a pessoa, mais banal a transa.

Assim, creio que podemos resumir a vida a dois, entre homem e mulher, conforme idealizada por Deus, em três palavras que descrevem um casal bem sucedido...

Um casal bem sucedido é um par de amantes.

Um casal bem sucedido é um par de amigos.

Um casal bem sucedido é um par de aliados.

São três letras A que fornecem a base de uma relação duradoura. Amante se escreve com A. Amigo se escreve com A. Aliado se escreve com A. E não creio ser mera coincidência o fato de que todas as três, amante, amigo e aliado, se escrevem com A... A de AMOR.
Ed René Kivitz
Fonte: www.ibab.com.b





quinta-feira, 30 de setembro de 2010

OS CAMINHOS DE UM MILAGRE- 2 REIS 4:3-7








O milagre ocorrido na vida da viúva, narrada no capítulo 4: 3-7, segue alguns princípios interessantes:
Primeiro - Ela foi encorajada e desafiada a correr atrás de vasilhas vazias, diariamente somos compelidos a correr atrás das coisas possíveis, já que as impossíveis competem e dizem respeito só a Deus, nosso maior problema é achar que cabe tão somente a Ele a realização de todas às tarefas , Ao nos chamar, não tatuou em nós uma natureza parasita, como se nada pudéssemos fazer. Pessoas não são alcançadas, os bancos das nossas igrejas não são ocupados simplesmente porque achamos que Deus deve fazer tudo.
Segundo Ela foi encorajada e desafiada a sonhar alto, neste momento lembro-me de um trecho de um velho hino: chuva de benção, chuva de benção do céu, gotas somente nós temos, chuva pedimos a Deus. Embora incomodados com certas situações, acabamos nos acostumando com elas, as gotinhas vão aos poucos anestesiando nossos sonhos, nossos projetos vão  sendo afogados pelos chuviscos que borrifam nossa cabeça, o profeta Eliseu diz a Ela : não me venha com meia dúzia de panelas, traga o quanto lhe for possível, quero muitas, a visão de Deus é sempre elástica, vai além das nossas expectativas.
TerceiroEla foi encorajada e desafiada a importunar seus vizinhos, o milagre tinha sua raiz fincada no improvável, impressiona-nos saber que foi a partir da casa dos vizinhos que a condição daquela mulher, enviuvada, endividada e ameaçada teve seu princípio de mudança.  Nosso excesso de comportamento constitui-se muitas vezes , num tremendo obstáculo ao mover de Deus.
Espero que de alguma forma, tenha eu ,contribuído para te abençoar, não olhe a vida ou seu ministério da perspectiva do homem, mas de Deus.
Deus te abençoe.
Pr. Everaldo.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

ESTOU CANSADO

Estou cansado!
Ricardo Gondim

Cansei! Entendo que o mundo evangélico não admite que um pastor confesse o seu cansaço. Conheço as várias passagens da Bíblia que prometem restaurar os trôpegos. Compreendo que o profeta Isaías ensina que Deus restaura as forças do que não tem nenhum vigor. Também estou informado de que Jesus dá alívio para os cansados. Por isso, já me preparo para as censuras dos que se escandalizarem com a minha confissão e me considerarem um derrotista. Contudo, não consigo dissimular: eu me acho exausto.

Não, não me afadiguei com Deus ou com minha vocação. Continuo entusiasmado pelo que faço; amo o meu Deus, bem como minha família e amigos. Permaneço esperançoso. Minha fadiga nasce de outras fontes.

Canso com o discurso repetitivo e absurdo dos que mercadejam a Palavra de Deus. Já não agüento mais que se usem versículos tirados do Antigo Testamento e que se aplicavam a Israel para vender ilusões aos que lotam as igrejas em busca de alívio. Essa possibilidade mágica de reverter uma realidade cruel me deixa arrasado porque sei que é uma propaganda enganosa. Cansei com os programas de rádio em que os pastores não anunciam mais os conteúdos do evangelho; gastam o tempo alardeando as virtudes de suas próprias instituições. Causa tédio tomar conhecimento das infinitas campanhas e correntes de oração; todas visando exclusivamente encher os seus templos. Considero os amuletos evangélicos horríveis. Cansei de ter de explicar que há uma diferença brutal entre a fé bíblica e as crendices supersticiosas.

Canso com a leitura simplista que algumas correntes evangélicas fazem da realidade. Sinto-me triste quando percebo que a injustiça social é vista como uma conspiração satânica, e não como fruto de uma construção social perversa. Não consideram os séculos de preconceitos nem que existe uma economia perversa privilegiando as elites há séculos. Não agüento mais cultos de amarrar demônios ou de desfazer as maldições que pairam sobre o Brasil e o mundo.

Canso com a repetição enfadonha das teologias sem criatividade nem riqueza poética. Sinto pena dos teólogos que se contentam em reproduzir o que outros escreveram há séculos. Presos às molduras de suas escolas teológicas, não conseguem admitir que haja outros ângulos de leitura das Escrituras. Convivem com uma teologia pronta. Não enxergam sua pobreza porque acreditam que basta aprofundarem um conhecimento “científico” da Bíblia e desvendarão os mistérios de Deus. A aridez fundamentalista exaure as minhas forças.

Canso com os estereótipos pentecostais. Como é doloroso observá-los: sem uma visitação nova do Espírito Santo, buscam criar ambientes espirituais com gritos e manifestações emocionais. Não há nada mais desolador que um culto pentecostal com uma coreografia preservada, mas sem vitalidade espiritual. Cansei, inclusive, de ouvir piadas contadas pelos próprios pentecostais sobre os dons espirituais.

Cansei de ouvir relatos sobre evangelistas estrangeiros que vêm ao Brasil para soprar sobre as multidões. Fico abatido com eles porque sei que provocam que as pessoas “caiam sob o poder de Deus” para tirar fotografias ou gravar os acontecimentos e depois levantar fortunas em seus países de origem.

Canso com as perguntas que me fazem sobre a conduta cristã e o legalismo. Recebo todos os dias várias mensagens eletrônicas de gente me perguntando se pode beber vinho, usar “piercing”, fazer tatuagem, se tratar com acupuntura etc., etc. A lista é enorme e parece inexaurível. Canso com essa mentalidade pequena, que não sai das questiúnculas, que não concebe um exercício religioso mais nobre; que não pensa em grandes temas. Canso com gente que precisa de cabrestos, que não sabe ser livre e não consegue caminhar com princípios. Acho intolerável conviver com aqueles que se acomodam com uma existência sob o domínio da lei e não do amor.

Canso com os livros evangélicos traduzidos para o português. Não tanto pelas traduções mal feitas, tampouco pelos exemplos tirados do golfe ou do basebol, que nada têm a ver com a nossa realidade. Canso com os pacotes prontos e com o pragmatismo. Já não agüento mais livros com dez leis ou vinte e um passos para qualquer coisa. Não consigo entender como uma igreja tão vibrante como a brasileira precisa copiar os exemplos lá do norte, onde a abundância é tanta que os profetas denunciam o pecado da complacência entre os crentes. Cansei de ter de opinar se concordo ou não com um novo modelo de crescimento de igreja copiado e que vem sendo adotado no Brasil.

Canso com a falta de beleza artística dos evangélicos. Há pouco compareci a um show de música evangélica só para sair arrasado. A musicalidade era medíocre, a poesia sofrível e, pior, percebia-se o interesse comercial por trás do evento. Quão diferente do dia em que me sentei na Sala São Paulo para ouvir a música que Johann Sebastian Bach (1685-1750) compôs sobre os últimos capítulos do Evangelho de São João. Sob a batuta do maestro, subimos o Gólgota. A sala se encheu de um encanto mágico já nos primeiros acordes; fechei os olhos e me senti em um templo. O maestro era um sacerdote e nós, a platéia, uma assembléia de adoradores. Não consegui conter minhas lágrimas nos movimentos dos violinos, dos oboés e das trompas. Aquela beleza não era deste mundo. Envoltos em mistério, transcendíamos a mecânica da vida e nos transportávamos para onde Deus habita. Minhas lágrimas naquele momento também vinham com pesar pelo distanciamento estético da atual cultura evangélica, contente com tão pouca beleza.

Canso de explicar que nem todos os pastores são gananciosos e que as igrejas não existem para enriquecer sua liderança. Cansei de ter de dar satisfações todas as vezes que faço qualquer negócio em nome da igreja. Tenho de provar que nossa igreja não tem título protestado em cartório, que não é rica, e que vivemos com um orçamento apertado. Não há nada mais desgastante do que ser obrigado a explanar para parentes ou amigos não evangélicos que aquele último escândalo do jornal não representa a grande maioria dos pastores que vivem dignamente.

Canso com as vaidades religiosas. É fatigante observar os líderes que adoram cargos, posições e títulos. Desdenho os conchavos políticos que possibilitam eleições para os altos escalões denominacionais. Cansei com as vaidades acadêmicas e com os mestrados e doutorados que apenas enriquecem os currículos e geram uma soberba tola. Não suporto ouvir que mais um se auto-intitulou apóstolo.

Sei que estou cansado, entretanto, não permitirei que o meu cansaço me torne um cínico. Decidi lutar para não atrofiar o meu coração.

Por isso, opto por não participar de uma máquina religiosa que fabrica ícones. Não brigarei pelos primeiros lugares nas festas solenes patrocinadas por gente importante. Jamais oferecerei meu nome para compor a lista dos preletores de qualquer conferência. Abro mão de querer adornar meu nome com títulos de qualquer espécie. Não desejo ganhar aplausos de auditórios famosos.

Buscarei o convívio dos pequenos grupos, priorizarei fazer minhas refeições com os amigos mais queridos. Meu refúgio será ao lado de pessoas simples, pois quero aprender a valorizar os momentos despretensiosos da vida. Lerei mais poesia para entender a alma humana, mais romances para continuar sonhando e muita boa música para tornar a vida mais bonita. Desejo meditar outras vezes diante do pôr-do-sol para, em silêncio, agradecer a Deus por sua fidelidade. Quero voltar a orar no secreto do meu quarto e a ler as Escrituras como uma carta de amor de meu Pai.

Pode ser que outros estejam tão cansados quanto eu. Se é o seu caso, convido-o então a mudar a sua agenda; romper com as estruturas religiosas que sugam suas energias; voltar ao primeiro amor. Jesus afirmou que não adianta ganhar o mundo inteiro e perder a alma. Ainda há tempo de salvar a nossa.

Soli Deo Gloria.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

VAMOS INTERCEDER

"Toda intercessão gera empatia, toda empatia gera intercessão; fugimos de interceder porque não é possível interceder sem que nosso coração seja levado ao coração daqueles por quem intercedemos - Jesus espera de nós um encontro de coração." (Ed René kivitz)